Convidamos a tod@s para participarem da reunião de avaliação do SEMINARIO ESTADUAL SOBRE AGROTOXICOS a ser realizado no dia 02 de dezembro no auditório da ALEAM!
o Seminário sobre Agrotóxicos pretende discutir os processos de trabalho e suas relações com o ambiente e a saúde do trabalhador.
Entre os assuntos que serão abordados nas palestras estão o impacto dos agrotóxicos no ambiente e na saúde e na mesa de debate estarão presentes orgãos do estado e do setor privado responsáveis pela fiscalização, controle e uso de agrotóxicos.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2006, setenta mil pessoas morrem no Brasil por intoxicação por agrotóxicos. No mundo, são 3 milhões. As substâncias químicas presentes nos agrotóxicos provocam desde rinites e distúrbios de comportamento, até alterações neurológicas (dificuldade de aprendizagem, retardo mental) e mutagênicas que podem provocar cânceres e anencefalias (bebês sem cérebro), entre outras. Os sintomas da intoxicação são comuns a outras doenças, como dores de cabeça, cansaço, cãimbras, diarréias, depressão, etc., o que dificulta o diagnóstico pela intoxicação crônica e mesmo a aguda.
Venha participar desta discusão tão importante para a defesa da soberania alimentar, do ambiente e da saúde da população!!
Entre os assuntos que serão abordados nas palestras estão o impacto dos agrotóxicos no ambiente e na saúde e na mesa de debate estarão presentes orgãos do estado e do setor privado responsáveis pela fiscalização, controle e uso de agrotóxicos.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2006, setenta mil pessoas morrem no Brasil por intoxicação por agrotóxicos. No mundo, são 3 milhões. As substâncias químicas presentes nos agrotóxicos provocam desde rinites e distúrbios de comportamento, até alterações neurológicas (dificuldade de aprendizagem, retardo mental) e mutagênicas que podem provocar cânceres e anencefalias (bebês sem cérebro), entre outras. Os sintomas da intoxicação são comuns a outras doenças, como dores de cabeça, cansaço, cãimbras, diarréias, depressão, etc., o que dificulta o diagnóstico pela intoxicação crônica e mesmo a aguda.
Venha participar desta discusão tão importante para a defesa da soberania alimentar, do ambiente e da saúde da população!!
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